sobre livros e tal
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Exclusivo 2 – Só para Convidados
terça-feira, 13 de julho de 2010
Quinta Avenida Nº 1
Eu demorei para voltar a escrever, sim, por que o livro que eu estava lendo era um tanto quanto comprido. Acabei no fim de semana, mas só agora tive tempo para deixar minhas considerações anotadas aqui. Sem mais delongas, vamos lá.
Mas quem é a personagem principal do livro? Mindy, Schiffer, Lola, Billy, Enid, Philip ou outro dentre as dezenas? Não. A personagem principal do livro é esse edifício no final da Quinta Avenida em New York. O prédio (que realmente existe) é o cenário e o motivador de toda a trama do livro. Seus personagens vivem nele e por ele. terça-feira, 6 de julho de 2010
Tão Ontem
Ainda ontem eu soltei uma pequena consideração sobre um livro, certo? Então por que hoje mesmo eu já estou fazendo outra postagem? Ontem a noite, começei um livro novo. Tão Ontem, de Scott Westerfeld (da Galera Record). Já disse que acabei de sair do Ensino Médio (tudo bem, dois anos atrás), então é basicamente sobre isso que estou escrevendo. Mas não basta conhecer as histórias por trás do tempo pré-formatura. Preciso saber como descreve-lo de forma convincente. Por isso, tenho que ler livros adolescentes, certo? segunda-feira, 5 de julho de 2010
A Breve Segunda Vida de Bree Tanner
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Como se tornar um escritor
Um dos meus (talvez o maior) sonho sempre foi ser um escritor. Eu ainda lembro do primeiro livro que eu li e que despertou minha paixão por essa arte. Desde então eu tenho desejado me tornar um escritor. Um bom escritor. Um escritor que consiga exprimir suas idéias de modo compreensivo e tocante para os que leem. Mas desde que essa decisão foi tomada, eu tenho me deparado com um problema: como ser esse escritor?
Procurei até mesmo no Google uma resposta para essa pergunta inquietante, e que estava atrasando minha escrita. E o que eu consegui? Nada. Páginas (de livros e da internet) e páginas depois, eu acho que finalmente cheguei a uma conclusão.
O único ponto em que todas as minhas “fontes” concordavam era o seguinte: um escritor deve escrever sobre o que ele conhece. Que simples! Não, não é. Agora com 19 anos, como eu poderia escrever sobre o que eu conheço, não tendo vivido nem a metade da vida? (Ou assim espero eu…)
E eu descobri a resposta: não existe uma fórmula secreta para se tornar um escritor. Não existe um padrão a ser seguido. Milhões de livros estão aí para provar o que estou dizendo. Cada um tem um estilo tão único, que não se pode comparar ou chegar a um acordo para o que eu devo escrever. Ou seja: devo escrever sobre o que eu conheço.
No colégio, eu tinha que escrever contos. Nunca romances longos. Isso era apenas para os profissionais. Eu queria ser um deles. Eu queria ser um desses profissionais que inspiram os alunos do meu tipo, que leem e desejam ser tão bons quantos seus autores preferidos.
Com esse pensamento me corroendo, eu finalmente tomei coragem para escrever algo mais complexo que os contos que eram pedidos na escola. Devo deixar um pouco a modéstia de lado para dizer que eu era um bom escritor de contos. Minhas professoras me elogiavam, meus amigos pediam para eu repetir a leitura na frente da sala inteira. Envergonhava, é claro, mas também me dava um grande sentimento de satisfação ao saber que alguém gostava do que eu escrevia.
Mas eu era bem mais jovem, e não estava preparado para assumir um desafio tão grande. Hoje, após terminar o ensino médio, e perceber que para mim não há outro caminho que não o da escrita, eu finalmente reuni coragem para sair da minha zona de conforto e abraçar um desafio maior.
Obviamente, isso tomou tempo, e eu estou aqui ainda escrevendo, aperfeiçoando o que já foi escrito e escrevendo ainda mais. De qualquer forma, eu me deparo com 52 páginas que já consegui escrever, que seguem uma mesma linha. E o enredo dessa história está formado na minha cabeça, de forma que eu tenho fé que consiga terminar. Pode parecer pouco, e realmente é. Mas escrever é, ao mesmo tempo, extremamente fácil, e escruciantemente desafiador.
E finalmente eu encontrei uma resposta satisfatória para minha pergunta. Só se torna um escritor quem escreve.
